HQ Review - Fábulas: 1001 Noites

Capa do primeiro volume Capa do segundo volume Capa do terceiro volume

Falando de quadrinhos, uma das HQs que foram lançadas no Brasil recentemente e eu menos “botei fé”, é a série Fábulas da Vertigo Comics. Criada por Bill Willingham, um fã assumido dos contos de fadas infantis (Disney, principalmente), que dá um novo gás a estes contos, apimentando-os de forma adulta e criando ligações entre eles. Ou seja, Fábulas, nada mais é do que um mundo onde vivem as criaturas das histórias infantis (as fábulas). Branca de Neve, a Chapéuzinho Vermelho e outras. Um mundo singular que compreende todo e qualquer tipo de fábula, que vive em uma guerra épica com um tal de “Adversário” e seu exército de criaturas das trevas.
1001 Noites é uma minissérie dividida em 3 edições e foi lançada pela Pixel Media no final do ano passado. A história é narrada por Branca de Neve, a protagonista da série, que vai parar nas arábias para tentar juntar forças com o Rei Shahryar. Porém ela descobre que o rei tem a intenção de aproveitar-se dela em um enlace nupcial que duraria apenas a primeira noite, e precederia a manhã que Branca seria morta, como aconteceu durante todos os duas nos dois últimos anos.
Para não ser morta e também não deitar-se com o rei, Branca começa a contar uma série de histórias do reino das fábulas para distrair a atenção principal do rei.

No primeiro volume, ficamos sabendo do passado da própria Branca de Neve, que conta como foi um pouco de sua vida de casada com o príncipe e o destino dos sete anões.
Já no segundo volume, cinco pequenas histórias mostram as sutilezas de contos como a raposa traiçoeira, o rei leão, a origem do lobo mau, o destino do príncipe que virou sapo e quem foi a bruxa da história de João e Maria, Bela e a Fera, o Flautista de Hamelin, Rapunzel.
Por fim, no terceiro volume, antes do desfecho, Branca conta outras duas histórias. A primeira sobre uma jovem que deseja se tornar sereia e a outra sobre a sobrevivência de um rei e outras fábulas (como a família de ursos e o gato de botas) antes de chegarem a um novo mundo (nossa realidade).
Cada um dos contos é ilustrado por uma pessoa diferente. Destaque para o trabalho de Mark Wheatley (da série Frankenstein Mobster) na história do Lobo Mau.
Resumindo, vale a pena você ler esta minissérie que, com certeza é uma das raras criações que distorce e recria novos horizontes para contos tão conhecidos pelo mundo.

- Farah

Ficha:
Editora : Pixel
Número de páginas: 52
Lombada/Encadernação: Canoa
Tipo de capa: Couché
Formato : Americano (17×26cm) - 3 volumes
Onde comprar: PoPster

Game Review: Rock Band (360/PS3/PS2)

Na medida do impossível, Rock Band vem ganhando seu espaço no palco até então comandado por Guitar Hero. Ainda que a proposta de ambos os títulos seja a mesma, fica claro que o foco de um é completamente diferente do outro.
Guitar Hero nasceu para conquistar jogadores que não faziam idéia que games musicais pudessem ser interessantes, mas cresceu ganhando versões cada vez mais preparadas para os virtuosos guitarristas de mentira. Sim, por mais que você toque guitarra como Eric Clapton ou Steve Vai, perdoe-me o trocadilho, você Vai penar muito para faturar bons solos no game de guitarra da Red Octane.

E pensando na nova safra de jogadores e músicos, a Harmonix desenvolveu um game voltado para jogadores nada virtuosos, mais que num futuro próximo serão grandes guitarristas, baixistas, bateristas e, querendo ou não, vocalistas dos games.
Rock Band conquista sua legião de jogadores principalmente por ser o multiplayer perfeito para reunir os amigos. É como meu amigo Pablo Miyazawa constatou em sua mais nova coluna da EGM Brasil: Rock Band é a nova moda para as festas entre amigos.
Todo mundo que olha o game quer arriscar umas palhetadas na guitarra ou contrabaixo que são replicas perfeitas de uma Fender Stratocaster. Todos se vêem obrigados a experimentar umas batucadas na bateria de plástico. E, ouso falar, que todo mundo adoraria, mas morre de vergonha, de cantarolar no microfone do jogo.
E cada instrumento tem suas sutilezas que fazem você querer terminar o game em todas as dificuldades e em todos os instrumentos, antes de se aventurar com os amigos pelo modo Band World Tour.
Por falar em modo principal, este de criação de bandas é fantástico. Você e seus amigos criam seus músicos (personalizando-os com figurino, corte de cabelo etc), definem os instrumentos e partem para a turnê que começa sempre na cidade de origem predefinida pela banda. Conforme os shows vão acontecendo (e o desempenho da banda aumenta), novos fãs vão surgindo, novas músicas entram no repertório e novas opções de modificação dos músicos tornam-se disponíveis.


Durante as músicas, cada jogador se orienta em um canto da tela (leva vantagem se estiverem usando uma TV widescreen), e todos colaboram para uma barra de desempenho da banda. Caso algum músico faça feio em seus acordes, gemidos ou batuques, outro integrante pode “salvar” o sujeito até três vezes durante a música.
Lá na redação foi uma festa quando tivemos como testar o jogo. O Pablo fez a vez do nosso baixista, o Testa mandou bem na batera (graças o seu passado com beatmania), eu segurei a banda na guitarra (jogando no expert, hein) enquanto o Orlando arriscava o vocal mais grave. Em músicas como Epic (Faith no More), Run to the Hills (Iron Maiden), Tom Saywer (Rush) e Enter Sandman (Metallica) eu trocava de instrumento com o Orlando e assumia o vocal (sim, como você deve ter ouvido nos FarahCasts eu tenho uma voz fina o suficiente para garantir as músicas mais melosas que tocamos).
Jogar no PS2 foi um pouco diferente (e triste, também). Os produtores preferiram tirar a opção de criação de personagens e deixar apenas um músico específico para cada instrumento e música durante a turnê. E com isso, toda a animação dos personagens aparece como um vídeo pré-renderizado (para não consumir a memória que o PS2 não tem e, conseqüentemente para deixar o jogo mais bonito). Para quem ainda tem apenas o PS2 (meu caso) e já estava pronto para comprar a versão do console mais velho da Sony, foi realmente algo broxante. E isso, aliado a ausência do modo online, me fez pensar realmente que Rock Band vale muito mais nos consoles da nova geração.


Falando em modo online, além de toda a disputa single player pela rede, os jogadores podem se reunir pelo mundo, formar suas bandas e desafiar outros jogadores para ver quem é, e qual é, a melhor banda do planeta. Isso sem falar da opção para fazer download de novas músicas (a Harmonix promete pelo menos 150 canções até o final do ano) e da possibilidade de comprar o álbum completo de algumas bandas.


Em conversa com um dos representantes da Electronic Arts no Brasil, tive a certeza que uma das principais metas da empresa para este início de 2008 é trazer o Rock Band com o melhor e mais acessível preço. E isso me deixou muito feliz e seguro, uma vez que já posso contar com as dezenas de parcelas e crediários para comprar o game seja lá para qual plataforma eu me decidir. Enquanto isso não acontece, me contento em conseguir minhas cinco estrelas no modo Expert de todas as músicas do Guitar Hero III.

- Farah

Ficha sapiente:

Produção: Electronic Arts
Desenvolvimento: Harmonix
Jogadores: 1-4
Plataforma: 360/PS3/PS2
Nota: 10

PaperCraft #03: Sonic

Dando continuidade a nossa seção PaperCraft, a escolha da semana também é uma criação de fácil é rápida execução.

Sente só o tamanho do bicho…

Eu sempre gostei muito do Mario, mas como personagem, sempre fui mais fã do Sonic, o ouriço (e não o porco-espinho, como muita gente acha).
Este PaperCraft possui 3 páginas, todas com instruções em japonês. Mas não há segredo. Basta começar pela cabeça, depois o corpo e por fim os braços e pernas. Fica com cerca de 15 centímetros se você usar um papel A-4 normal para ser feito.

Espero que tenha gostado!

- Farah

Eis a página para você imprimir: Só clicar pra baixar…

O que você precisa para fazer um PaperCraft:
- Papel e tinta na impressora;
- Tesoura (pra criançada precisa ser sem-ponta… rs);
- Cola de bastão (para conseguir colar os cantinhos);
- Cola de tubo (para as partes que precisam de muita cola);
- Algodão pra rechear o sujeito.

Dicas do Shaaman:
- Recorte cada parte da peça que for montar sem se preocupar aos detalhes. Cole essa folha em outra (ou em um canson) para que cada parte tenha uma boa espessura;
- Para as partes menores (ou as que precisam de um reforço extra), eu sugiro usar SuperBonder mesmo, para não ter erro;
- Tudo que gerar uma parte “fechada” (uma cabeça, por exemplo), “recheie” com muito algodão pra não correr o risco de amassar com facilidade.

FarahCast # 03

Diferente das outras edições, o FarahCast foi gravado hoje mesmo, na segunda. Ao som de Mad Racer, um clássico de TopGear interpretado pelo meu amigo Nino MegaDriver, eu falo sobre a polêmica do caso CounterStrike+Everquest proibidos no Brasil. Dou alguns detalhes da edição de fevereiro da EGM Brasil e revelo algumas novidades das mudanças que a edição de março trará…Espero que goste e comente. ^^

- Farah

Para baixar o arquivo em áudio MP3, basta clicar aqui.

Vídeo Arte #01

Em vista das minhas férias tão sonhadas, eu não consegui preparar nenhum Vídeo Arte novo para estrear no blog. Mesmo assim, eu tinha um reserva aqui na manga do casaco.
Esta ilustração foi feita para o curso de Design Gráfico que faço na Belas Artes.
O trabalho consistia em pegar uma foto de um objeto ou uma cena específica e redesenhá-la no PhotoShop.
O processo todo do trabalho levou cerca de 1 hora e 45 minutos (graças ao tablet usado).
Espero que goste, e comente.

Se você quiser ver outros trabalhos meus, não deixe de acessar a Art Gallery aqui.

Fui…

- Farah