O Lado bom de editar revista…
Quem disse que editar revista de videogame é só escrever, escrever e escrever? Quase sempre estamos em reuniões de pautas, reuniões com chefes e reuniões para definir o que sai e o que entra na edição seguinte por conta dos novos anúncios que entraram ou sairam…
Mas tem outro lado bom: o lado de testar tudo que chega antes em nossas mãos. E aqui, na redação da EGM Brasil, Nintendo World, PC Magazine e Site Herói, sempre chega coisas inusitadas (como GPSs, notebooks do futuro, placas de vídeo) e coisas desejadas, como estas que acabamos de colocar nestas imagens:
No mais, quando tiver novidade da redação, vou postando por aqui… Enquanto o site da EGM Brasil não fica pronto… ^^
PaperCraft #05: Lara Croft
Nesta semana resolvi complicar um pouco os fãs da seção Paper Craft. Escolhi um dos que considero o mais difícil dos Papers: a Lara Croft da série Tomb Raider. Este aqui não é o modelo mais novo da personagem (já encontrei um da versão Legends), porém, fica como uma edição 1.0 para quem quer se aprofundar nessa arte de recortar e colar.
Pra adiantar, fica a dica: na parte da cabeça, tenha muita, mas muita paciência. Caso contrário a musa dos games ficará mais para múmia dos games.
A dica aqui é começar com o corpo da personagem: peitorais, quadril e ombros. Só então fazer as pernas, braços, acessórios, mãos e, finalmente a cabeça, que precisa ser feita em duas partes (uma para a trança de Lara).
Espero que tenha gostado!
- Farah
Eis o link para você baixar o PDF completo: Só clicar pra baixar…
O que você precisa para fazer um PaperCraft:
- Papel e tinta na impressora;
- Tesoura (pra criançada precisa ser sem-ponta… rs);
- Cola de bastão (para conseguir colar os cantinhos);
- Cola de tubo (para as partes que precisam de muita cola);
- Algodão pra rechear o sujeito.
Dicas do Shaaman:
- Recorte cada parte da peça que for montar sem se preocupar aos detalhes. Cole essa folha em outra (ou em um canson) para que cada parte tenha uma boa espessura;
- Para as partes menores (ou as que precisam de um reforço extra), eu sugiro usar SuperBonder mesmo, para não ter erro;
- Tudo que gerar uma parte “fechada” (uma cabeça, por exemplo), “recheie” com muito algodão pra não correr o risco de amassar com facilidade.
FarahCast # 04
É tempo de evoluir. E até o FarahCast merece uma evolução. O PodCast de hoje recebeu um tratamento diferenciado em sua abertura (deu um trabalhão). Ao som de Master of Puppets e Enter Sandman (ambas do Metallica), aproveito o dia para falar da produção da EGM Brasil # 74 de março. Espero que goste. ^^
- Farah
Para baixar o arquivo em áudio MP3, basta clicar aqui.
Game Review: Metroid: Zero Mission (GBA)

Quem disse que esse blog não pode ter review de jogo velho? Se bem que o que estamos falando aqui nem é tão velho assim. Metroid: Zero Mission foi lançado em 2004 para o GBA. Época em que o DS já mostrava sua cara para o mundo. Mas nem por isso o game portátil da heroína Samus Aran deixou de arrebanhar milhares de jogadores.
Confesso que eu nunca imaginei que fosse gostar de Zero Mission tanto quanto gostei de Fusion (o primeiro game da franquia para o GBA). Confesso também que nunca terminei Metroid ou Super Metroid. Ah, pra falar a verdade eu confesso que nunca me interessei pela série Metroid antes de ter a chance de jogar o primeiro Prime do Gamecube e o Fusion do GBA. Pronto! E assim a Nintendo faturou mais um cordeiro em seu rebanho de franquias.

Falando de Zero Mission, pense nele como um suplemento vitaminado do primeiro Metroid. Basicamente o jogo é uma releitura do clássico lançado no NES, com direito a gráficos renovados, trilha sonora refeita e muitos, mas muitos extras e novidades. Samus é enviada ao planeta Zebes para dar fim a uma raça alienígena. É lá que ela encontra os Space Pirates, Ridley (que pra mim parece mais um pterodátilo) e Mother Brain (que parece o Cérebro dos Tartarugas Ninja).
Na aventura, mais uma vez o foco fica em seguir pelo planeta a procura de suplementos, novos equipamentos e soluções para adentrar novas localidades. E tudo é feito de forma tão inteligente quanto empolgante. Acredite, já nos primeiros minutos você já se encontra no furor dos combates, percorrendo cavernas a procura de upgrades como a Morph Ball, Long Beam e o Missile Tank.

Daí eu não sei se foi por eu ter jogado direto sem parar um só dia, ou se foi porque o game é curto mesmo, mas não foi preciso muito esforço mental para chegar nas entranhas de Mother Brain (isso foi ontem, terça, enquanto eu estava indo para a redação trabalhar).
E ao dar fim no bichano cerebral, pensei que já estava assistindo aos créditos (em animações das mais bem feitas no portátil), quando de repente me encontrei novamente no planeta Zebes, mais precisamente dentro da nave Mother Ship, sem a armadura clássica (mas não com a Samus pelada, é claro), tentando não ser visto pelos aliens da nave no maior estilo stealth da série Metal Gear.
É impressionante o salto quântico que o jogo dá neste momento. Ganhou uns dois pontos na minha nota só por essa experiência.

No mais, digo que levo vantagens por jogar apenas hoje este clássico de 2004, uma vez que faço isso usando um DS Lite (com muito mais brilho na tela e resolução), atrelado a um fone de ouvido bacana (que me ajuda a não ouvir os murmurinhos do metrô de São Paulo – o local que eu mais jogo, graças ao meu tempo escasso).
E tem mais, já descobri que ao terminar o jogo eu libero o clássico Metroid de NES (pronto, finalmente terei a chance de jogá-lo). Se eu conectar meu Metroid Fusion via Game Link com Zero Mission, posso assistir a todas as cenas finais do primeiro game do GBA. Resumindo, foi sem dúvida uma das melhores aquisições que fiz em 2008, tempo de Wiis, 360s e PS3…e DSs e PSPs…
- Farah
Ficha sapiente:
Produção: Nintendo
Desenvolvimento: Nintendo R&D1
Jogadores: 1
Plataforma: GBA
Nota: 9.0
http://www.modojo.com/media/games/metroid_zero_mission/gba/3.jpg
PaperCraft #04: Conker Bad Fur’s Day
A cada semana que eu preparo as atualizações do blog, não vejo a hora de chegar a terça-feira, dia de PaperCraft por aqui. Confesso que estou com vontade de montar um portal mesmo só para o assunto, pois que temos hoje em dia são blogs específicos, sites mal acabados, mas nenhum grande canal para quem busca PaperCrafts apenas de games.
O destaque da semana é um personagem mal educado, mas querido por todos os fãs do N64. Conker de papel não fica tão fofinho quanto no console da Nintendo, mas merece um cantinho na sua prateleira.

A dica aqui é padrão para um PaperCraft de personagem: começar pela cabeça, braços, antebraços, pés, pernas, cauda e, só então finalizar o corpo. Fica com cerca de 15 centímetros se você usar um papel A-4 normal para ser feito.
Agradecimentos ao mano Mike McDermott “billybob884”, o cara que criou este PaperCraft. Vale uma visita no Deviant Art dele, você encontrará bizarrices como o Chuck Norris e até o personagem do ReZ para fazer de PaperCraft.
Espero que tenha gostado!
- Farah
Eis o link para você baixar as instruções: Só clicar pra baixar…
E o link para você baixar o PDF com as partes: Só clicar pra baixar…
O que você precisa para fazer um PaperCraft:
- Papel e tinta na impressora;
- Tesoura (pra criançada precisa ser sem-ponta… rs);
- Cola de bastão (para conseguir colar os cantinhos);
- Cola de tubo (para as partes que precisam de muita cola);
- Algodão pra rechear o sujeito.
Dicas do Shaaman:
- Recorte cada parte da peça que for montar sem se preocupar aos detalhes. Cole essa folha em outra (ou em um canson) para que cada parte tenha uma boa espessura;
- Para as partes menores (ou as que precisam de um reforço extra), eu sugiro usar SuperBonder mesmo, para não ter erro;
- Tudo que gerar uma parte “fechada” (uma cabeça, por exemplo), “recheie” com muito algodão pra não correr o risco de amassar com facilidade.




