Game Review: Geometry Wars Galaxies (DS)
Como eu disse no meu primeiro FarahCast, a idéia de colocar uma seção de reviews no blog é basicamente para eu colocar aqui uma análise um pouco diferente da que os leitores das nossas revistas estão habituados a ler.
Aqui, não há regras de estilo ou normas editoriais a serem seguidas (e acredite, tanto a EGM Brasil quanto a Nintendo World possuem regras distintas que eu ainda mostrarei em breve).
No mais, eis a minha primeira análise para abrir a seção Game Reviews do blog:
Geometry Wars: Galaxies

Olhar para Geometry Wars me faz acreditar que a roda pode, sim, ser reinventada. A prova disso é que temos aqui um shooter completamente retro, ma sque faz uso de sistemas completamente inovadores.
Quando o Xbox 360 chegou na redação da EGM Brasil, não teve Perfect Dark Zero ou Project Gotham Racing que foi capaz de fazer toda a equipe largar da demo de Geometry Wars disponível na Xbox Live. Controlar uma nave pelo espaço atirando em partículas que mais se parecem com wireframes não renderizados foi algo completamente digno de acreditarmos no potencial do novo console da Microsoft (ao menos no quesito inovação).

Mas foi com Galaxies, lançado recentemente para o DS, que eu encontrei o real prazer em curtir uma viagem por estas galáxias.Assim como na versão para 360, Galaxies esbanja qualidade visual, efeitos especiais e muito desafio. Porém eu gostei mesmo do modo “aventura” do jogo, em que você acumula Geoms para comprar novas habilidades e, principalmente ter acesso a novas galáxias que reservam novos e desafiantes planetas.
Conforme o seu desempenho nos ares, você pode ser condecorado com medalhas de bronze, prata ou ouro, que servem apenas como um artifício para incrementar o replay.
Há ainda uma última galáxia (Lambda) que faz a ponte com a versão de Wii e libera novos desafios (aliás, esta é uma das vantagens que eu mais admiro em games que são lançados para consoles e portáteis da Nintendo).
Falando da jogabilidade, posso te garantir que Galaxies agrada a todos os fregueses. A ação principal (onde rola o jogo em sí) pode ser exibida tanto na tela inferior quanto superior. O controle com a stylus pode ser usado tanto para atirar quanto para movimentar sua nave. E até mesmo a forma como você atira pode ser personalizada com um laser que serve de mira-guia. Caso seja do seu agrado, todos os botões do DS (direcional ou não) podem ser usados perfeitamente para a movimentação e varredura do espacial. E os botões superiores (L e R) fazem a vez da super bomba atômica que dá uma geral na tela quando a baderna encontra a confusão.

Outra opção excelente para quem tem pede games com replay astronômico, é o modo Retro Envolved, que nada mais é do que a mesma versão para Xbox 360 (uma arena apenas, sem Geoms e com os mesmos desafios).
Uma pena que o modo multiplayer fique restrito à conectividade com o Wii ou com as disputas locais. Mesmo assim, Geometry Wars: Galaxies merece o destaque por ser um dos games mais simples, divertidos e viciantes do DS. Posso dizer que o metrô que eu pego diariamente para ir trabalhar anda mais parecido com uma galáxia, de tanto que tenho jogado esta maravilha da Kuju Entertainment.
- Farah
Ficha sapiente:
Produção: Sierra Entertainment
Desenvolvimento: Kuju Entertainment
Jogadores: 1-2
Plataforma: Nintendo DS
Nota: 8.0
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